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Não abra mão de resolver um problema.

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“Se você decide não lidar com um problema, você está abrindo mão do controle sobre o problema. Ele vai escolher o caminho de menor resistência.” Susan Del Gatto

“Se você decide não lidar com um problema, você está abrindo mão do controle sobre o problema. Ele vai escolher o caminho de menor resistência.” Susan Del Gatto

Saca só a profundidade dessa citação.

Se você decide não lidar com uma dificuldade, você está abrindo mão do controle sobre o problema, 100% de responsabilidade.

Lembre-se que você é responsável por tudo aquilo que acontece com você.

Você está andando na rua, passa um carro na poça e te molha, você tem todo o direito de se sentir bravo com aquilo, mas você decide não se sentir mal, afinal, aquele não é um sentimento que te empodera.

A partir do momento em que você está presente para isso e decide não se sentir assim, você se torna obcecado por achar formas de hackear isso.

Muitas vezes o sentimento vem e você não sabe lidar com ele de forma positiva, então você reprime ele.

Isso acontece não só com os sentimentos, mas com qualquer desafio, como quando você vê aquela tarefa/projeto difícil, desgastante ou chato e começa a procrastinar; você “decide não decidir”, a essência é a mesma.

Você está fugindo do conflito, da dor do presente, ao invés de ouvir o que esse sentimento tem para te ensinar e agir de acordo com ele, isso causa um problema ainda maior.

Quando você abre mão do controle do problema, ele vai escolher o caminho de menor resistência.

O problema que você não decide intencionalmente como resolver vai acabar sendo resolvido pelo caminho que gera menos conflito no presente, ou seja, você está escolhendo não ter um conflito pequeno agora, mas criando um conflito maior a longo prazo.

Você não está confrontando um comportamento negativo de alguém que você ama, mas está guardando rancor dessa pessoa e deixando isso afetar a relação em outros momentos.

Você não está conseguindo manter um hábito e isso está te gerando um sentimento de culpa, raiva ou mal-estar.

Você está gastando tempo no Facebook enquanto deveria estar trabalhando em um projeto.

Por que você escolhe o caminho mais fácil, que no fim das contas se torna o mais difícil?

Várias razões: satisfação imediata, menor gasto de energia, fuga da dor; mas a principal delas é a falta de presença.

Você está vivendo no automático e toda vez que você tem que tomar uma decisão, você ouve as desculpas que a sua mente dá e procrastina: “eu sei que se eu for para academia meu corpo vai ficar mais bonito, eu vou me sentir bem e ter mais energia, mas eu estou cansado, vai levar muito tempo, eu já não fui essa semana, não vale a pena ir hoje”.

A história é seu ego querendo te proteger, te colocando na zona de conforto, enquanto você não tiver investigado profundamente o que está causando a sua procrastinação e não tiver otimizado o seu estilo de vida para viver a sua missão em tempo integral, esse vilão vai continuar voltando.

Questione-se: em quais momentos você está procrastinando?

O que esses momentos têm em comum?

O que você pode fazer para que na próxima vez que você esteja num desses momentos, você consiga tomar uma decisão melhor?

O primeiro passo é questionar.

Tire um tempo para realmente pensar sobre isso.

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