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Conheça os maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer.

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A enfermeira australiana Bronnie Ware passou vários anos trabalhando com doentes terminais, pessoas já em suas últimas 12 semanas de vida. Com a experiência e as histórias acumuladas, escreveu um post sobre os maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer.

A enfermeira australiana Bronnie Ware passou vários anos trabalhando com doentes terminais, pessoas já em suas últimas 12 semanas de vida. Com a experiência e as histórias acumuladas, escreveu um post sobre os maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer.

Essa publicação fez tanto sucesso que acabou virando livro.

Ao contrário do que pode imaginar o senso comum, nessa lista não consta o desejo não cumprido de se ter pulado de bungee jump ou a vontade não realizada de se ter viajado mais. Quer saber então quais realmente são os maiores arrependimentos das pessoas em seus leitos de morte? Pois confira agora mesmo nosso post e descubra o que fazer para evitar todos esses arrependimentos enquanto ainda é tempo:

Queria ter vivido sem me preocupar com a expectativa alheia

Esse, relata Bronnie, é o arrependimento mais comum. Ao final da vida, as pessoas tendem a olhar para trás e perceber que muitos sonhos não se realizaram pelas próprias escolhas que fizeram. Nessa hora, acabam percebendo que passaram boa parte do tempo no piloto automático, deixando a vida as levar ao mesmo tempo que buscavam impressionar pessoas praticamente desconhecidas ou seguindo roteiros previamente traçados para não decepcionar parentes e amigos.

Assim, é importante, enquanto ainda se goza de plena saúde, procurar realizar alguns dos grandes sonhos planejados para a vida, mesmo correndo-se o risco de outras pessoas não aprovarem ou receando o temporário abandono de um caminho seguro e rotineiro.

Queria não ter trabalhado tanto.

Segundo Bronnie, esse relato veio de todos — pasme: todos! — os seus pacientes homens, que reclamaram ter perdido um precioso tempo que poderia ter sido passado com suas esposas, não tendo, consequentemente, visto seus filhos crescerem.

Quem simplifica seu estilo de vida e faz escolhas conscientes sobre seu próprio consumo descobre que, na verdade, não precisa de toda a renda que tanto trabalha para receber. Talvez seja possível usar transporte público em vez de carro, eliminar gastos com TV a cabo e sair, sim, à noite, mas não beber tanto. Cada vez mais pessoas, especialmente jovens, valorizam mais as experiências — shows e viagens, por exemplo — do que objetos materiais — como um celular de última geração ou um carro super moderno, o que pode sair também mais barato a longo prazo.

A moral de tudo isso revela que a verdadeira riqueza não é o dinheiro, mas o tempo. O dinheiro acaba se multiplicando — e com juros! —, enquanto o tempo só se perde, sem possibilidade de retorno.

Queria ter tido coragem para expressar meus sentimentos. Muita gente guarda os sentimentos para não perturbar um dito equilíbrio, por terem vergonha, medo, receio ou simplesmente dificuldade em se aceitar. O irônico — e triste — dessa história é que muitas dessas pessoas acabam desenvolvendo doenças justamente devido a essa amargura e ao ressentimento que constantemente carregam consigo.

Quer um conselho de Bronnie? Pois seja sempre honesto! Embora as pessoas possam inicialmente reagir quando você mudar sua forma de ser, ao final, isso elevará o relacionamento a um nível inteiramente novo e mais saudável.

Queria ter mantido contato com meus amigos.

Bronnie detectou arrependimentos extremamente profundos de quem não deu às amizades o tempo e o esforço que mereciam. E é mais que compreensível que, no leito da morte, a falta dos amigos acabe batendo mais forte.

Para evitar esse possível arrependimento, garanta, desde já, que sua rotina não se resuma apenas à sua casa, aos estudos e ao trabalho, deixando um pouco de tempo e energia para se dedicar também a seus amigos.

Queria ter me permitido ser mais feliz.

A enfermeira relata que muitos não perceberam, até o momento final, que a felicidade é uma escolha. Por estarem presos ao conforto de velhos padrões e hábitos, esses pacientes acabaram se afastando de mudanças que possivelmente os deixariam mais felizes.

Outro guru dos arrependimentos é Jeff Bezos, fundador da Amazon, que aconselha, antes de se tomar qualquer decisão mais drástica, imaginar-se aos 80 anos, tentando colocar na balança os arrependimentos de toda uma vida. Assim, pense em como fazer para minimizar esses possíveis arrependimentos.

Você vai se arrepender mais de ter fracassado ou de nunca ter vivido?

Como diria nosso Presidente Alex Silva, “faça o que tem vontade de fazer, viva o que quer viver, faça acontecer”.

A curto prazo, decisões podem ser muito difíceis de serem tomadas, mas imaginando os arrependimentos futuros, tudo ganha muito mais clareza.

Se você estiver precisando tomar diversas decisões e não sabe como fazer isso, saiba que temos os melhores profissionais para lhe ajudar.

Agende sua sessão e vamos fazer de sua vida, uma vida mais leve.

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